quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Um plano para o sucesso

Para escrever o livro é preciso escutar, escutar, escutar e escutar. 

Uma característica que percebi (isso ainda pode mudar, mas eu torço para que não) é que as entrevistas começam sem jeito e quando menos se percebe virou uma conversa de novos amigos, que tem muitas coisas para contar.

A entrevista dessa terça-feira (um dia pra lá de especial) terminou assim, descontraída, com os cinzeiros cheios, copos vazios e com boas histórias, mesmo que absurdas. Os personagens da vez são três meninos que passeiam pelos 20 anos. Não citarei o nome de cada um, mais do que nomes eles são o The Name. Para eles sonho é sinônimo de realidade (mesmo que essa não seja imediata). Com a certeza da escolha certa eles demonstram a cada palavra que a música é necessidade, e que não medem esforços para o sucesso (não importa para quantos, ou para quem).

Os passos para esse livro estão só no começo, e por uma escolha certa, as bandas com que falamos também. Acho quase impossível evitar comparações, o personagem anterior via o sucesso como algo distante, os garotos de hoje o vêem como o amanhã. 

As palavras às vezes soam como de marketeiros e não músicos, mas essa impressão dura pouco. O riso fácil contagia, não só os músicos e as jornalistas... Mas as fãs, uma a namorada e a outra, a amiga coruja.

The Name de Sorocaba para o mundo... A frase soa como clichê de programa de domingo, mas não há como duvidar que isso um dia se torne realidade. Fotos, músicas, design, produção, e-mails e mais e-mails, uma banda pode (e deve) ser formada por elementos além dos instrumentos e das caixas de som. No começo é assim você divulga, você produz, você sobe no palco e faz o melhor!

Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho... É esse caminho que a banda dos garotos de cabelos compridos, ou quase, traça! Você pode pensar com esse texto que a banda quer sucesso a qualquer custo, mas não é bem isso, alias não é nada disso. Dois irmãos mais um amigo, ou um amigo de dois irmãos. A banda mostra uma sintonia nas palavras, nos risos, nos objetivos. O caminho para palcos é regado com intimidade que o só o tempo traz, ali não há receios, há certezas. Elas contagiaram as palavras desta jornalista, que hoje escreve com a ponta dos dedos e nada além (o corpo e a alma já foram descansar).

2 comentários:

Tali disse...

Ah, que orgulho!
Eu sou amiga coruja mesmo! Tanto deles, quanto de vocês!
Beijocas!

Anônimo disse...

Não vemos a hora de ver o livro pronto!

Valeu da entrevista meninas!

Cheers!!!!